quarta-feira, 25 de maio de 2011

Aula de Direito do BOPE



Um advogado dirigia distraído quando, num sinal de PARE, passa sem parar, em frente a uma viatura do BOPE.

Policial: - Boa tarde. Documento do carro e habilitação.
Advogado: - Mas por que, policial?
Policial: - Não parou no sinal de PARE, ali atrás.
Advogado: - Eu diminui e como não vinha ninguém...
Policial: - Exato... Documento do carro e habilitação.
Advogado: - Você sabe qual é a diferença jurídica entre diminuir e parar?
Policial: - A diferença é que a lei diz que num sinal de PARE, deve-se parar completamente. Documento e habilitação.
Advogado: - Ou não, policial. Eu sou advogado e sei de suas limitações na interpretação de texto de lei. Proponho-lhe o seguinte: Se você conseguir me explicar a diferença legal entre diminuir e parar, eu lhe dou os documentos e você pode me multar. Senão, vou embora sem multa.
Policial: - Positivo, aceito. Pode fazer o favor de sair do veículo, Sr. Advogado?
O advogado desce e então os integrantes do BOPE baixam o cacete, soco pra tudo quanto é lado, tapa, botinada...
O advogado grita por socorro, e implora para pararem.
E o policial pergunta:
- Quer que a gente PARE ou DIMINUA?
Advogado: - PARE!...PARE!...PARE!...
Policial: - Positivo... Documento e habilitação!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Eu falava assim.... APRENDA O CORRETO:



Dicas do Prof. Pasquale:

HOJE É DOMINGO PÉ DE CACHIMBO... e eu ficava imaginando como seria um pé de cachimbo, quando o correto é: HOJE É DOMINGO, PEDE CACHIMBO... Domingo é um dia especial para relaxar e fumar um cachimbo, ao invés do tradicional cigarro (para aqueles que fumam, naturalmente...).

No popular se diz: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro' "Minha grande dúvida na infância... Mas que bicho é esse que é carpinteiro, um bicho pode ser carpinteiro???"
Correto: 'Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro' "Tá aí a resposta para meu dilema de infância!" EU NÃO SABIA. E VOCÊ?

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.'
Enquanto o correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.' "Se a batata é uma raiz, ou seja, nasce enterrada, como ela se esparrama pelo chão se ela está embaixo dele?"

'Cor de burro quando foge.'
O correto é: 'Corro de burro quando foge!'"Esse foi o pior de todos!
Burro muda de cor quando foge??? Qual cor ele fica??? Por que ele muda de cor???"

Outro que, no popular, todo mundo erra:'Quem tem boca vai a Roma.'
"Bom, esse eu entendia, de um modo errado, mas entendia! Pensava que quem sabia se comunicar ia a qualquer lugar!" O correto é: 'Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar).

Outro que todo mundo diz errado,
'Cuspido e escarrado' - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correto é: 'Esculpido em Carrara.' (Carrara é um tipo de mármore)

Mais um famoso.... 'Quem não tem cão, caça com gato.' "Entendia também, errado, mas entendia! Se não tem o cão para ajudar na caça o gato ajuda! Tudo bem que o gato só faz o que quer, mas vai que o bicho tá de bom humor!"
O correto é:'Quem não tem cão, caça como gato.... ou seja, sozinho!'

Vai dizer que você falava corretamente algum desses?????

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Se liga na cara de safado desse cachorro


Extraído de: http://suamaemandou.blogspot.com/2011/05/fauna-brasileira.html

quinta-feira, 7 de abril de 2011

De mulher pra mulher... #humor #mulher



Olha esse relato que uma amiga enviou para outra.
Se tiver estômago fraco, não continue a leitura!
E nada de tentar adivinhar quem são as pessoas!
Qualquer semelhança é mera coincidência!

Amiga:

Conforme minha promessa, estou enviando um e-mail
contando as novidades da minha primeira semana
depois de ser transferida pela firma para Xxxxxxxxxx.
Terminei hoje de arrumar as coisas no meu novo apartamento.
Ficou uma gracinha, mas estou exausta.
São dez da noite e já estou pregada.

Segunda-Feira:

Cheguei na firma e já adorei.
Entrei no elevador quase no mesmo instante
que o homem mais lindo desse planeta!
Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece
querer arrebentar o terno.
Lindooooo! Estou apaixonada.
Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e
fiz uma promessa a mim mesma de estar parada em frente
ao elevador todos os dias nessa mesma hora.
Ele desceu no andar da engenharia.
Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos comigo.
Até o meu chefe foi super delicado.
Estou maravilhada com essa cidade.
Cheguei em casa e comi comida enlatada.
Amanhã vou a um mercado comprar alguma coisa.

Terça-Feira:

Amiga! Precisava contar. Sabe aquele homem de quem falei?
Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador.
Fiquei sem ação e baixei a cabeça.
Como sou burra!
Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime.
Olhei-me no espelho hoje de manhã
e estou com uma barriguinha indiscreta.
Fui no mercado e só comprei coisinhas leves:
biscoitos, legumes e chás.
Resolvido! Estou de dieta.

Quarta-Feira:

Acordei com dor-de-cabeça.
Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar.
Preciso manter-me firme na dieta.
Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana.
Ah! O nome dele é Xxxxxxx.
Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador.
E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado
há dois meses e está sozinho.
Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador
e me cumprimentou.
Estou progredindo, né?
Como faço para me insinuar sem parecer vulgar?
Comprei um vestido dois números menores que o meu.
Será a minha meta.

Quinta-Feira:

O Xxxxxxx me cumprimentou ao entrar no elevador.
Seu sorriso iluminou tudo!
Ele me perguntou se eu era a funcionária que viera
transferida de Xxxxxxxx e eu só fiz:

-"Um-hum"...

Ele me perguntou se eu estava gostando
da cidade e eu disse:

-"Um-hum".

Aí ele perguntou se eu já havia estado
antes aqui e eu disse:

-"Um-hum".

Então ele perguntou se eu só sabia falar "Um-hum"
e eu respondi:

-"Ã-hã".

Será que fui muito evasiva?
Será que eu deveria ter falado um pouco mais?
Ai amiga! Estou tão apaixonada!
Estou resolvida! Amanhã vou perguntar se
ele não gostaria de me mostrar a cidade no final de semana.
Quanto ao resto, bem…
Ando com muita enxaqueca.
Acho que vou quebrar meu regime hoje.
Estou fazendo uma sopa de legumes.
Espero que não me engorde demais.

Sexta-Feira:

Amiga! Estou arruinada!
Ontem à noite não resisti e me empanturrei.
Coloquei bastante batata-doce na sopa,
além de couve, repolho e beterraba.
Menina! Saí de casa que parecia um caminhão de lixo.
Como eu peidava! (nossa! Você não imagina
a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar,
vou me jogar pela janela!).
No metrô, durante o trajeto para o trabalho,
bastava um solavanco para eu soltar um futum
que nem eu mesma suportava.
Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou:

–"Aí! Peidar até pode, mas jogar merda em pó
dentro do vagão é muita sacanagem!"

Uma Senhora gorda foi responsabilizada.
Todo mundo olhava para ela.
Tadinha! Ela ficou vermelha, ficou amarela,
e eu aproveitava cada mudança de cor
para soltar outro.
O meu maior medo era prender e sair um barulhento.
Eu estava morta de vergonha.
Desci na estação e parei atrás de uma moça
com um bebê no colo, enquanto aguardava
minha vez de sair pela roleta.
Aproveitei e soltei mais um.
O senhor que estava na frente da mulher com
o bebê virou-se para ela e disse:

-"Dona! É melhor a senhora jogar esse
bebê fora porque ele está estragado!".

Na entrada do prédio onde trabalho
tem uma senhora que vende bolinhos,
café, queijo, essas coisas de camelô.
Pois eu ia passando e um freguês começou a cheirar
um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou.
O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou:

-"Pô, dona Maria! Esse pastel tá bichado!"

Entrei no prédio resolvida a subir os
dezesseis degraus pela escada.
Meu azar foi que o Xxxxxx ficou segurando a porta,
esperando que eu entrasse.
Como não me decidia, ele me puxou pelo braço
e apertou o botão do meu andar.
Já no terceiro andar ficamos sozinhos.
Cheguei a me sentir aliviada;
assim a viagem terminaria mais rápido.
Pensei rápido demais.
O elevador deu um solavanco e as luzes se apagaram.
Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu.
Xxxxxxx sorriu (ai, aquele sorriso…) e disse que
era a bruxa da sexta-feira.
Era assim mesmo, logo a luz voltaria. Não precisava me preocupar.
Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada.
Amiga, juro que tentei prender.
Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar.
Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível,
como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar.
Já se imaginou numa situação dessas?
Peidar e ficar tentando aspirar o peido
para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou?
Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu
o mau cheiro, não o demonstrou.
Quando achei que a catinga havia passado,
voltei a respirar normal.
Disse para ele que eu era claustrófoba.
Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo,
que saiu ainda pior que o anterior.
O coitado dessa vez ficou meio azulado,
mas ainda não disse nada.
Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo,
como uma mulher em estado de parto.
Dessa vez Xxxxxxx ficou afastado,
no canto mais distante de mim no elevador.
Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos,
como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso.
Ele ficou lá, no canto, impávido.
Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro.
Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de emergência.
Coitado! Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá,
na respiração cachorrinho.
Quando a catinga dissipou, ele se acalmou.
As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos.
Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse:

-"Meus olhos também estão ardendo..."

E juro que pensei que ele fosse dizer algo bonito.
Aquilo me magoou profundamente.
Pensei:

-"Ah, é, FDP?
Então acabou a respiração cachorrinho..."

Depois disso, no primeiro ele cobriu o rosto com o paletó.
No segundo, enrolou a cabeça. No terceiro, prendeu a respiração;
no quarto, ele ficou roxo. No quinto, me sacudiu
pelos braços e berrou:

-"Mulher! Para de se cagar!".

Depois disso ele só chorava.
Chorou como um bebê até sermos resgatados,
quatro horas depois.
Entrei no escritório e pedi minha transferência
para outro lugar, de preferência outro País.

Apague este e-mail depois de ler, tá?

Sua amiga, Xxxxxxx.

E a amiga não só não apagou como me enviou
e autorizou a publicação...

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

DIARIO DE UMA PERERECA DEPILADA - Minha amiga conta uma história pra lá de hilária #rialto

"Tenta sim. Vai ficar lindo”


Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve, mas acho que pentelho não pesa tanto assim.

Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa.
Eu imaginava que ia doer porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria.
Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

- Vai depilar o quê?

- Virilha.

- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.

- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?

- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.

Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal.

Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue.

Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura.

Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça.

Meu Deus, era O Albergue mesmo.

De repente, ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?

- É... é, isso.

Penélope, então, deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco, senão vai doer mais ainda.

- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia p-o-r-r-a nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.

De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.

- Assim?

- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.

- Ar-re-ga-nha-da, né?

Ela riu. Que situação.

E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem.

Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca.

Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu.

Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.

O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todas porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?

- Não, eu quero só virilha, bigode não.

- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação. Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pen-te-lhi-nho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali.

Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blá-blá-blás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?

- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada.

Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?

- Hein?

- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci a Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bu-nda aqui?

- Hein?

- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o "olho que nada vê". Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, pei-dar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?

- Sim... sonhei de novo com o c-u de uma cliente.


Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks.

Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil c-us por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bun-da tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha mais pra contar a história. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xin-ga-men-tos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Por-ra.. Por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.

- Máquina de quê?!

- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.

- Dói?

- Dói nada.

- Tá, passa essa me-rda...

- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção.
Ela viu tudo, da perereca ao c-u. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?

- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança.

Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada e matar o primeiro homem que ver e não comentar absolutamente nada.!!! Não fiz nada disso... Um mês depois...

- Normal ou cavada?

Coisa de perereca vai entender...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

#toliminado rolando no twitter. Leia aqui algumas pérolas

Depois de ser eliminado mais uma vez na Libertadores pelo modesto Desportes Tolima, o torcedor do Corinthians ainda teve que aguentar a gozação dos rivais no Twitter. Na noite madrugada desta quarta-feira, o termo "#toliminado" ficou entre os mais citados no microblog em todo o mundo.

E o que não faltou foi criatividade na hora de tirar sarro do alvinegro paulista. O Yahoo! Brasil selecionou alguma das tiradas mais engraçadas. Faltou alguma?

@paulorbs7 -Com certeza minha filha vai chamar Corinthians. Virgem pra sempre!

@lmascolo - Nem no Playstation o Corinthians pode se vingar, porque não tem o Tolima... #tolima

@anarina – TOLIIIIIIIIMA!!!!!!!!! MIL E UMA NOITES DE AMOR COM VOCÊ !

@cellypereiraa - Ai, ai, ai, tá chegando a hora, o dia já vem, raiando meu bem.. tem gente que vai embora, #centenada

@X_xooxii - Corinthians na Libertadores é igual Chaves. Todo mundo sabe o final, mas vê pra dar risada. #centenada

@revistaabsurda -Corinthians é eliminado de três Libertadores seguidas e pede música no Fantástico. #toliminado #centenada

@ale_historiador- Corinthans na Libertadores, qual é o nome do filme? À espera de um milagre! hahahahaha #centenada #toliminado

@DivaStefany - Corinthians e igual a Dercy a 100 anos fazendo a gente rir! #centenada

@ZanZan_ zandoná - Mão na cabeça que vai começar.... tolimination tion ?? #Centenada

@anessavanessa - Gordo é o Ronaldo, mas quem faz jejum é o Corinthians. #centenada

@danilogentili - E aí @ClaroRonaldo , que horas começa a twitcam ?

@walternunes - Você está achando o clima tenso no Egito? Experimente ir para Itaquera amanhã. #toliminado

@dansiilva_ Daniel silva - ‘Corinthians, vem sonhar Libertadores aqui fora, vem' (Pedro Bial) #toliminado

@bruno_mariott - Em campo só duas coisas não saem do lugar: a grama e Ronaldo. #toliminado #centenada

@guilhermenovaes - Ainda bem que o Colombo não era Corinthiano, porque se fosse nunca teria conquistado a América! #toliminado